Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

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Cortar viagens corporativas costuma ser a primeira ideia quando o orçamento aperta, mas raramente é a solução certa: viagens que geram receita ou fecham negócio continuam necessárias. O ganho real está em comprar melhor, reduzir desperdício e criar disciplina de antecedência — não em impedir o time de viajar.

Este artigo traz medidas práticas, testáveis em poucas semanas, para reduzir o gasto com viagens corporativas sem criar atrito com quem precisa viajar para trabalhar.

Antecedência de compra: o fator que mais pesa no preço

Passagens aéreas compradas com menos de sete dias de antecedência costumam custar significativamente mais do que as compradas com duas a três semanas de antecedência, especialmente em rotas de alta demanda. O mesmo padrão se repete, em menor escala, na hospedagem. Empresas que conseguem prever viagens com mais antecedência — reuniões recorrentes, eventos do setor, visitas a clientes já agendadas — capturam essa economia sem esforço adicional.

Uma política que exige justificativa para compras de última hora, sem proibi-las, já cria o incentivo certo: o gestor passa a planejar a viagem assim que sabe que ela vai acontecer, em vez de deixar para a semana anterior.

Comparação de preços em tempo real

Comprar sempre com o mesmo fornecedor ou sempre pela mesma companhia aérea, por conveniência, tende a custar mais no acumulado do ano. Um marketplace de viagens corporativas que compara preços entre múltiplos fornecedores em tempo real no momento da compra costuma revelar diferenças relevantes de preço para o mesmo trajeto e horário.

Esse tipo de comparação, difícil de fazer manualmente para cada viagem, é um dos principais motivos pelos quais empresas migram de compra direta para uma plataforma de gestão de viagens corporativas com marketplace integrado — como o modelo adotado pela Uniglobe Pro.

Eliminar taxas escondidas no processo de compra

  • Taxas de emissão cobradas por fornecedor sem transparência
  • Taxas de transação por reserva, comuns em alguns modelos de agência
  • Multas por remarcação evitáveis com política de antecedência
  • Diárias de hospedagem acima do padrão de mercado da cidade
  • Gastos de última hora por falta de planejamento da viagem

Modelo de precificação do fornecedor importa

Fornecedores que cobram taxa de transação por reserva criam um incentivo indireto para gerar mais reservas, não necessariamente mais baratas. Um modelo de preço fixo por usuário ativo, sem taxa por transação, alinha melhor o interesse do fornecedor com o da empresa: o ganho dele não depende do volume de reservas, e sim de manter o cliente satisfeito com o serviço.

É por isso que, ao negociar com uma agência de viagens corporativas ou travel tech, vale perguntar diretamente como o fornecedor ganha dinheiro — a resposta explica muito sobre os incentivos por trás das recomendações que ele vai fazer.

Reaproveitar créditos e bilhetes não utilizados

Viagens canceladas ou remarcadas geram créditos que, sem controle centralizado, acabam esquecidos e vencem sem uso. Uma plataforma de gestão de viagens corporativas que rastreia esses créditos automaticamente evita esse desperdício, sugerindo o uso do crédito na próxima compra elegível.

Esse ponto, sozinho, já representa uma fonte relevante de economia em empresas com volume médio ou alto de viagens, especialmente as que remarcam com frequência por causa de agenda de clientes.

Medindo o impacto das mudanças

Nenhuma medida de redução de custo deve ser avaliada sem um período de comparação — normalmente, de três a seis meses antes e depois da mudança. Acompanhar indicadores como gasto médio por viagem, antecedência média de compra e percentual de compras fora da política mostra, com dados, se as mudanças estão funcionando.

Empresas que adotam esse acompanhamento de forma disciplinada relatam economias de até 32% no gasto com viagens, um patamar alcançável quando antecedência, comparação de preço e controle de política caminham juntos.

Perguntas frequentes

Reduzir custo de viagem corporativa significa viajar menos?

Não necessariamente. Na maioria dos casos, o ganho vem de comprar com mais antecedência, comparar preços entre fornecedores e eliminar taxas desnecessárias, sem reduzir o volume de viagens necessárias.

Qual é o erro mais comum ao tentar cortar gastos com viagens?

Impor restrições genéricas, como proibir determinada classe de hospedagem, sem entender o padrão real de gasto da empresa. Isso costuma gerar resistência sem economia proporcional.

Vale a pena trocar de fornecedor para reduzir custo?

Pode valer, principalmente se o fornecedor atual cobra taxa por transação ou não oferece comparação de preços em tempo real. Vale comparar o modelo de cobrança antes de decidir.

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