Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

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A compra de hospedagem corporativa costuma oscilar entre dois extremos: uma política tão rígida que ignora localização e segurança em nome do menor preço, ou uma liberdade tão ampla que qualquer categoria de hotel vira aceitável. Nenhum dos dois extremos serve bem à empresa nem ao viajante.

Este artigo propõe um meio-termo prático, baseado em critérios objetivos de localização, categoria e custo total, para que a área de compras consiga negociar economia real sem transformar a viagem em desconforto desnecessário.

Defina critérios, não apenas um teto de preço

  • Distância máxima aceitável do local de reunião ou do cliente.
  • Categoria mínima de hotel por tipo de viagem, considerando segurança e localização.
  • Serviços essenciais, como Wi-Fi e café da manhã incluso, que evitam gastos extras.
  • Política de cancelamento compatível com o padrão de remarcação da empresa.

Custo total, não apenas diária

Um hotel mais barato longe do centro de negócios pode custar mais no total quando somado transporte, tempo perdido e risco de atraso. Avaliar apenas a diária, sem considerar deslocamento, é um erro comum em políticas de viagem que buscam economia superficial.

Uma plataforma de gestão de viagens corporativas que mostre o custo total estimado — diária mais deslocamento — ajuda o viajante e o aprovador a decidir com mais informação.

Negociação de tarifas corporativas com hotéis

  • Priorize acordos em cidades com maior volume de viagem recorrente.
  • Negocie tarifa fixa por categoria em vez de apenas percentual de desconto.
  • Peça benefícios operacionais, como upgrade sujeito a disponibilidade, sem custo extra.
  • Revise anualmente se a rede negociada ainda cobre bem os destinos mais usados pela empresa.

O papel do marketplace na compra de hospedagem

Comparar preços de hospedagem em tempo real, com mais de 150 fontes disponíveis em plataformas como a da Uniglobe Pro, evita que a empresa dependa de um único canal e perca oportunidades de tarifa melhor em datas específicas.

Comunicando a política sem parecer punitiva

Explicar o porquê da categoria escolhida — segurança, localização, custo total — ajuda a reduzir a sensação de que a política existe apenas para cortar gastos. Viajantes que entendem o racional tendem a seguir a regra com menos resistência.

Quando vale flexibilizar

  • Viagens muito longas, em que conforto impacta diretamente o desempenho no dia seguinte.
  • Destinos com poucas opções de hospedagem segura na categoria padrão.
  • Situações de saúde ou necessidade específica do viajante.

Perguntas frequentes

Preço mais baixo sempre é a melhor escolha de hotel?

Não. Localização e custo total de deslocamento podem tornar uma opção mais cara na diária mais barata no total.

Vale negociar acordo com apenas uma rede hoteleira?

Depende da cobertura geográfica dela; muitas empresas combinam um acordo principal com busca em marketplace para outras cidades.

Como evitar reclamações de conforto sem estourar orçamento?

Definindo categoria mínima por tipo de viagem e explicando o critério, em vez de deixar a escolha totalmente livre ou totalmente travada.

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