Uniglobe Pro

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Economizar em viagens corporativas não depende de cortar viagens necessárias — depende de como cada viagem é comprada. A diferença de preço entre fornecedores para a mesma viagem chega a 32% segundo um estudo da Loupit com 164 empresas, e casos reais registram queda de 31% no ticket médio apenas adotando comparação sistemática de preços.

O melhor dessas dicas é que nenhuma delas exige reestruturar a empresa: são ajustes de processo e de ferramenta que qualquer área de compras pode implantar em poucos dias, apoiada por uma plataforma de gestão de viagens corporativas. A seguir, as cinco que geram o maior retorno.

Dica 1: compare preços em mais de uma fonte, sempre

É a dica número um porque é a que gera mais economia — e a mais negligenciada. Preços de viagem variam conforme o fornecedor, a data de compra e o produto final, e ninguém ganha sempre: nem o site da companhia aérea, nem a maior agência do setor. Quem compra em um único canal aceita, sem perceber, essa aleatoriedade toda.

A forma mais simples de comparar de verdade é cotar a mesma viagem em várias agências ao mesmo tempo. A Uniglobe Pro participa do marketplace de viagens corporativas do Loupit, onde diversas agências disputam cada cotação na mesma tela — e o menor preço aparece antes da emissão, não depois da fatura.

O tamanho do ganho é mensurável: o Grupo Inttra economizou R$ 1 milhão no primeiro mês, com queda de 31% no ticket médio das viagens corporativas, simplesmente comparando preços em um sistema multiagência em tempo real. A economia apareceu no primeiro mês, sem negociação nova e sem cortar nenhuma viagem.

  • Exija que a comparação seja de produto equivalente: mesma rota, mesma classe, mesmas bagagens e regras de cancelamento.
  • Guarde cotações com data e horário — tarifa é variável e a comparação precisa ser do mesmo instante.
  • Monitore o preço médio por rota e por mês, não apenas o desconto pontual de uma compra.

Fonte: Como o Grupo Inttra economizou R$ 1 milhão do custo de viagens corporativas — Blue Studio / Estadão

Dica 2: negocie acordos com base em dados, não em intenção

Acordo corporativo negociado sem histórico de consumo raramente entrega o desconto prometido. Chegue à mesa de negociação com o volume por rota e por fornecedor dos últimos 12 meses, o ticket médio pago e a comparação com a tarifa pública do período — dados que uma plataforma de gestão de viagens centraliza sozinha.

E não pare na assinatura: acompanhe mensalmente se as tarifas praticadas refletem o acordado e compare o desempenho do contrato com os preços do marketplace. Acordo que perde a vantagem frente ao mercado é acordo que precisa ser renegociado.

  • Leve série histórica de 12 meses por rota e por fornecedor para a negociação.
  • Compare o ticket médio do acordo com a tarifa pública média do mesmo período.
  • Revise o acordo formalmente a cada seis ou doze meses, não apenas na renovação.

Dica 3: compre com antecedência e use o calendário de tarifas

Antecedência continua sendo uma das alavancas de preço mais confiáveis: quanto mais perto do embarque, menor a oferta e mais caro o aéreo. Em vez de uma regra única e rígida, defina janelas de compra por perfil de viagem — reuniões planejadas compradas com semanas de folga, emergências tratadas com alçada própria.

Para rotas recorrentes, o calendário de tarifas muda o jogo: mostra as variações de preço nas semanas próximas e permite escolher a data da reunião recorrente na janela mais barata, sem impor rigidez ao viajante.

Dica 4: deixe a tecnologia capturar a economia que você não vê

Tarifas promocionais aparecem e somem em horas — ninguém consegue monitorá-las manualmente. O robô de recompra da Uniglobe Pro acompanha passagens já emitidas e captura quedas de tarifa quando as regras da tarifa permitem, devolvendo a diferença para o orçamento.

Do mesmo modo, a política de viagens aplicada na tela evita o gasto invisível das compras fora da política: o viajante vê apenas as opções conformes, e o aprovador tem contexto do motivo da viagem antes de liberar. Compra centralizada em um único canal, por fim, mantém o histórico de preço que alimenta todas as outras dicas.

  • Use robô de recompra para capturar quedas de tarifa após a emissão.
  • Aplique a política de viagens na tela de busca, com aprovação por exceção e não por padrão.
  • Centralize a compra em um único canal para manter o histórico de preços por rota.

Dica 5: cuidado com o modelo de cobrança — ele decide o resultado

Existe um detalhe que costuma aparecer só na fatura: como a agência cobra. No modelo de taxa por transação, cada emissão paga um percentual sobre a compra — o custo cresce justamente quando o volume cresce, e o incentivo do fornecedor fica alinhado a emitir mais caro.

O modelo de preço fixo por usuário ativo inverte a lógica: a Uniglobe Pro não cobra taxa por transação e mantém plano gratuito para até 25 usuários ativos, livre de taxas. Assim, a economia encontrada na comparação fica inteira no resultado do mês — inclusive a de 31% que as dicas anteriores produzem.

Como transformar as 5 dicas em rotina

  • Semana 1: implante a comparação sistemática de preços em todas as compras de viagem.
  • Semana 2: consolide o histórico de 12 meses por rota e comece a usar o calendário de tarifas nas rotas recorrentes.
  • Semana 3: ative o robô de recompra e revise a política de viagens com linguagem simples.
  • Semana 4: simule o custo total anual nos dois modelos de cobrança e revise os acordos vigentes.
  • Mensal: acompanhe tarifa média por rota, percentual de compras com antecedência e economia acumulada frente a um período de referência.

Conclusão: economia de 31% é rotina, não sorte

Economizar até 31% nas viagens corporativas não vem de um único golpe de sorte em uma negociação: vem de comparar preços em todas as compras, negociar com dados, comprar com antecedência, deixar a tecnologia capturar quedas de tarifa e escolher um modelo de cobrança que não corroa o resultado.

A Uniglobe Pro reúne essas cinco práticas em um só sistema: integração ao marketplace de viagens corporativas do Loupit com comparação instantânea entre agências, mais de 150 fontes consultadas em tempo real, robô de recompra, calendário de tarifas, política aplicada na tela e atendimento humanizado 24x7 — gratuito para até 25 usuários ativos, com preço fixo por usuário e sem taxa de transação.

Perguntas frequentes

É realmente possível economizar até 31% nas viagens corporativas?

Sim. Casos reais registraram queda de 31% no ticket médio no primeiro mês apenas comparando preços em um marketplace multiagência, e um estudo da Loupit identificou diferença de preço de até 32% entre vendedores para a mesma viagem.

Por que comparar preços gera tanta economia em viagens corporativas?

Porque o preço varia conforme o fornecedor, a data de compra e o produto final — e ninguém ganha sempre. Comparar sistematicamente leva a empresa ao piso de preço disponível em praticamente todas as compras, o que se acumula em economia relevante no ano.

Comprar com antecedência sempre sai mais barato?

Na maioria das rotas sim, mas há exceções em datas de alta demanda. O calendário de tarifas mostra as variações por semana e ajuda a identificar as exceções antes de fixar a data da reunião.

Qual o melhor modelo de cobrança para um programa de viagens?

Preço fixo por usuário ativo, sem taxa por transação. No modelo por transação, o custo cresce com o volume e o incentivo do fornecedor fica alinhado a emitir mais caro. A Uniglobe Pro cobra preço fixo por usuário e mantém plano gratuito para até 25 usuários ativos.

Essas dicas servem para empresas pequenas?

Sim. A comparação de preços, o calendário de tarifas e a política aplicada na tela funcionam desde a primeira viagem — e o plano gratuito para até 25 usuários ativos permite adotar tudo isso sem custo.

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