Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

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Justificar o investimento em uma plataforma de gestão de viagens corporativas costuma esbarrar em uma pergunta direta do financeiro: qual é o retorno sobre esse investimento? Responder de forma consistente exige um roteiro claro, que vá além de comparar a mensalidade da plataforma com o que a empresa gastava antes.

Neste artigo, propomos um método simples para calcular o ROI de uma plataforma de gestão de viagens, considerando tanto a economia direta em tarifas quanto os ganhos indiretos de eficiência operacional.

Definindo o investimento

O primeiro passo é somar tudo o que a empresa efetivamente paga pela plataforma: mensalidade (fixa por usuário ou por transação), eventuais taxas de implantação e o tempo interno necessário para configurar o sistema no início. Plataformas com implantação em 48 horas, por exemplo, reduzem bastante esse custo inicial de setup.

Definindo o retorno em economia direta

  • Diferença de tarifa média antes e depois da adoção da plataforma
  • Economia gerada por comparação automática de fornecedores
  • Economia gerada por ferramentas como calendário de tarifas e robô de recompra
  • Redução de taxas de remarcação evitáveis com melhor planejamento

Definindo o retorno em eficiência operacional

  • Horas de trabalho interno economizadas em cotações manuais
  • Redução do tempo médio de aprovação de viagens
  • Redução de retrabalho na conciliação de despesas
  • Menor dependência de atendimento humano para tarefas rotineiras

A fórmula básica de ROI aplicada à gestão de viagens

De forma simplificada, o ROI pode ser calculado como (economia direta + valor da eficiência operacional − custo da plataforma) dividido pelo custo da plataforma, multiplicado por 100 para chegar a um percentual. O ponto mais delicado dessa conta é estimar de forma honesta o valor da eficiência operacional, que costuma ser subestimado por não ter um número óbvio associado.

Um horizonte de tempo realista para medir o ROI

Medir o ROI logo no primeiro mês costuma distorcer o resultado, porque parte do ganho de eficiência só aparece depois que o time se acostuma com a nova ferramenta. Um horizonte de três a seis meses tende a ser mais representativo, especialmente considerando que a implantação inicial já pode ser rápida — em 48 horas, no caso de plataformas como a Uniglobe Pro.

Erros comuns ao calcular o ROI

  • Comparar apenas a mensalidade sem considerar economia direta em tarifas
  • Ignorar o custo de tempo interno do modelo anterior
  • Medir o retorno em período curto demais para capturar ganhos de eficiência
  • Não considerar o custo de oportunidade de decisões sem dados de gasto

Perguntas frequentes

Qual período é mais indicado para medir o ROI de uma plataforma de viagens?

Um horizonte de três a seis meses costuma ser mais representativo, já que parte do ganho de eficiência aparece após o período de adaptação do time.

É possível medir ROI mesmo em planos gratuitos?

Sim, mesmo sem custo de assinatura, é possível medir a economia direta obtida por comparação de tarifas e o ganho de tempo com automação de processos.

O custo de implantação afeta muito o cálculo de ROI?

Pode afetar, especialmente em plataformas com implantação demorada. Modelos com setup rápido, como implantação em 48 horas, reduzem esse impacto inicial.

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