Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

  • Apple
  • OdontoCompany
  • Coca-Cola
  • Entrepay
  • IstoÉ
  • Metalunion
  • BESIX Group
  • Emergent Cold LatAm
  • Manoir Industries
  • Espaçolaser
  • RE/MAX
  • Sleep House Colchões
  • Maha Capital
  • RES
  • Pmovil
  • Lupo
  • Apple
  • OdontoCompany
  • Coca-Cola
  • Entrepay
  • IstoÉ
  • Metalunion
  • BESIX Group
  • Emergent Cold LatAm
  • Manoir Industries
  • Espaçolaser
  • RE/MAX
  • Sleep House Colchões
  • Maha Capital
  • RES
  • Pmovil
  • Lupo

Quando um gestor financeiro pede o custo do programa de viagens da empresa, a resposta mais comum é a soma das tarifas pagas no período. Mas esse número, isoladamente, esconde uma parte relevante do custo real — o tempo do time interno, o retrabalho de aprovações manuais, o custo de não conformidade e as taxas cobradas pela própria plataforma ou agência.

Este artigo detalha os componentes que costumam ficar de fora da planilha e propõe uma forma mais completa de calcular o custo total de um programa de viagens corporativas.

O custo visível: tarifas e taxas diretas

É o item mais óbvio: o valor pago por passagens, hospedagem, locação de veículos e as taxas cobradas pela agência ou plataforma de gestão. Mesmo aqui, muitas empresas subestimam o custo real por não considerar remarcações, cancelamentos e emissões fora do horário comercial, que costumam ter taxas adicionais.

O custo invisível do tempo do time interno

  • Horas gastas por assistentes cotando manualmente passagens em múltiplos sites
  • Tempo do gestor aprovando solicitações fora de um fluxo automatizado
  • Retrabalho para conciliar despesas de viagem com o financeiro
  • Tempo perdido em idas e vindas por e-mail com a agência

O custo da falta de conformidade

Quando não há aplicação automática de política de viagem, parte das reservas acaba fora das regras — classe superior à permitida, hotéis acima do limite, antecedência menor que o recomendado. Cada uma dessas exceções tem um custo direto que raramente é somado ao relatório final do programa de viagens.

O custo de oportunidade da falta de dados

Sem visibilidade de gasto em tempo real, a empresa perde a chance de negociar melhor com fornecedores recorrentes, de identificar padrões de gasto fora da curva e de ajustar a política com base em dados reais. Esse custo de oportunidade não aparece em nenhuma linha de balancete, mas afeta diretamente o resultado do programa ao longo do tempo.

Como montar uma planilha de custo total mais realista

  • Some tarifas, taxas de emissão, remarcação e cancelamento
  • Estime horas de trabalho interno dedicadas à gestão manual de viagens
  • Quantifique o volume de reservas fora da política no período
  • Inclua o custo de qualquer sistema ou planilha paralela usada para controle
  • Compare o total com o custo de uma plataforma que unifique esses processos

Por que isso muda a decisão de investir em uma plataforma

Quando o custo total é calculado de forma completa, investir em uma plataforma de gestão de viagens corporativas — mesmo com um custo mensal fixo — costuma se justificar rapidamente, já que ela reduz simultaneamente o custo de tarifa (via comparação de preço), o custo de tempo interno (via automação) e o custo de não conformidade (via política automática).

Perguntas frequentes

Como estimar o custo de tempo interno gasto com viagens?

Uma forma simples é multiplicar as horas médias mensais dedicadas a cotações e aprovações manuais pelo custo-hora do time envolvido.

Vale a pena medir o custo de não conformidade?

Sim, porque ele costuma ser subestimado e, uma vez quantificado, ajuda a justificar investimentos em automação de política de viagem.

Uma plataforma de gestão de viagens elimina todos esses custos?

Não elimina totalmente, mas reduz de forma relevante os custos de tempo interno e de não conformidade, além de melhorar a comparação de tarifas.

EconomiaGestão de viagensCompras