Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

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Ao avaliar plataformas de gestão de viagens corporativas, um dos pontos que mais gera confusão é o modelo de cobrança. Existem, basicamente, duas lógicas dominantes no mercado: cobrar uma taxa fixa por usuário ativo, independentemente de quanto ele viaja, ou cobrar uma taxa por transação, ou seja, por cada emissão realizada.

Esses dois modelos não são apenas uma diferença de rótulo — eles mudam completamente o incentivo econômico da plataforma e o comportamento de custo da empresa conforme o volume de viagens cresce. Neste artigo, explicamos como cada modelo funciona e como comparar os dois de forma justa, com um exemplo numérico apenas ilustrativo.

Como funciona o modelo de taxa por transação

Nesse modelo, a empresa paga um valor fixo (ou percentual) a cada emissão, remarcação ou cancelamento processado na plataforma. É um modelo historicamente comum entre agências tradicionais, porque replica a lógica de comissão por serviço prestado.

O problema é que, quanto mais a empresa viaja — ou seja, quanto mais valor a plataforma está ajudando a gerar —, mais ela paga. O custo cresce junto com o uso, mesmo que o esforço operacional por emissão não aumente na mesma proporção.

Como funciona o modelo de preço fixo por usuário ativo

Nesse modelo, a empresa paga um valor fixo mensal por cada usuário que efetivamente utiliza a plataforma naquele período, independentemente de quantas viagens esse usuário fizer. Um usuário que viaja uma vez no mês custa o mesmo que um usuário que viaja seis vezes.

Exemplo numérico ilustrativo de comparação

Para entender o método de cálculo, considere um exemplo puramente ilustrativo: uma empresa com 40 usuários ativos que realizam, juntos, 120 emissões por mês (voos, hotéis e locações somados).

Em um modelo de taxa por transação, supondo uma taxa média hipotética de R$ 35 por emissão, o custo mensal seria de 120 x R$ 35 = R$ 4.200. Se o volume de emissões dobrar em um mês de alta demanda, o custo também dobra, chegando a R$ 8.400 — mesmo que o número de usuários continue o mesmo.

Em um modelo de preço fixo por usuário ativo, supondo um valor hipotético de R$ 90 por usuário ativo no mês, o custo seria de 40 x R$ 90 = R$ 3.600, independentemente de a empresa realizar 120 ou 240 emissões naquele mês.

Esses números são apenas um exemplo de método de cálculo, não uma cotação real — os valores efetivos variam conforme o contrato e o fornecedor. O ponto central é que, quanto mais intenso o uso por usuário, mais o modelo por transação tende a se tornar caro em comparação ao modelo de preço fixo, enquanto o modelo fixo dá previsibilidade orçamentária mesmo em meses de pico.

Quando cada modelo pode fazer mais sentido

  • Taxa por transação pode parecer vantajosa para empresas com pouquíssimas viagens esporádicas
  • Preço fixo por usuário tende a ser mais vantajoso para empresas com viajantes frequentes
  • Empresas em crescimento se beneficiam da previsibilidade do modelo fixo
  • O modelo fixo elimina o incentivo perverso de a plataforma lucrar mais quanto mais a empresa gasta

O incentivo econômico por trás de cada modelo

Vale notar um ponto pouco discutido: no modelo de taxa por transação, o fornecedor ganha mais quanto mais a empresa emite, o que pode (não necessariamente, mas pode) reduzir o incentivo de mostrar sempre a opção mais barata. Já no modelo de preço fixo por usuário, como a Uniglobe Pro pratica, o incentivo da plataforma se alinha ao da empresa: quanto mais barata e eficiente for cada viagem, melhor a percepção de valor do serviço, sem custo adicional por emissão.

Como fazer essa conta na sua própria empresa

  • Levante o número real de usuários ativos por mês nos últimos seis meses
  • Levante o número real de emissões (voos, hotéis, carros) no mesmo período
  • Simule o custo total em cada modelo com os valores propostos pelo fornecedor
  • Projete os dois modelos considerando um cenário de crescimento de 20% a 50% no volume

Perguntas frequentes

Existe um modelo objetivamente melhor?

Depende do padrão de uso da empresa. Para times com viajantes frequentes, o preço fixo por usuário tende a sair mais previsível e muitas vezes mais barato.

O exemplo numérico deste artigo é uma cotação real?

Não. É um exemplo ilustrativo de método de cálculo, usado apenas para explicar a lógica de comparação entre os dois modelos.

A Uniglobe Pro cobra taxa de transação?

Não, a Uniglobe Pro trabalha com preço fixo por usuário ativo, sem cobrança adicional por transação.

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