Uniglobe Pro

Empresas que viajam com a Uniglobe Pro

  • Apple
  • OdontoCompany
  • Coca-Cola
  • Entrepay
  • IstoÉ
  • Metalunion
  • BESIX Group
  • Emergent Cold LatAm
  • Manoir Industries
  • Espaçolaser
  • RE/MAX
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Escolher uma agência de viagens corporativas é uma decisão que afeta o orçamento, a produtividade dos viajantes e o controle do financeiro durante anos. Mesmo assim, muitas empresas decidem olhando apenas a taxa de serviço ou a indicação de um conhecido.

Este guia prático organiza a escolha em 8 passos, com perguntas objetivas para levar a cada proposta. Serve tanto para quem vai contratar a primeira agência quanto para quem quer trocar de fornecedor.

1. Mapeie o seu perfil de viagens antes de cotar

Antes de falar com qualquer agência, levante quantos viajantes a empresa tem, quantas viagens faz por mês, os destinos mais frequentes (nacionais e internacionais) e o gasto médio com aéreo, hotel e mobilidade.

Com esse retrato em mãos, você compara propostas com a mesma base e evita pagar por serviços que não usa. Se preferir, o Diagnóstico com IA da Uniglobe Pro monta esse retrato em poucos minutos, gratuitamente.

2. Compare pelo custo total, não pela taxa

A taxa de serviço é a parte mais visível da proposta, mas representa uma fatia pequena do gasto. Estudo da Loupit com 153 empresas mostrou que, em 39% das cotações, a agência com menor fee não tinha o menor preço final da viagem.

Peça às agências o custo total de viagens reais da sua empresa: tarifa, taxa e eventuais cobranças adicionais. É esse número que vai para o resultado.

3. Verifique se a agência compara preços com o mercado

Uma agência isolada mostra apenas o inventário e as negociações dela. Em um marketplace de viagens corporativas, várias agências disputam a mesma compra na mesma tela, e a empresa enxerga a melhor oferta entre elas.

Pergunte: a agência permite comparar os preços dela com outras fontes? O Grupo Inttra economizou R$ 1 milhão no primeiro mês ao passar a comparar preços em um modelo multiagência.

Fonte: Blue Studio / Estadão — case Grupo Inttra

4. Avalie a tecnologia: autoatendimento, política e aprovações

Uma boa agência hoje funciona também como travel tech: oferece plataforma de gestão de viagens corporativas com reserva online, política aplicada na tela, aprovação em um clique e relatórios em tempo real.

  • A política de viagens é aplicada automaticamente na hora da compra?
  • O gestor aprova pelo celular, com o comparativo de preços à vista?
  • Há aplicativo para o viajante, com bilhetes, vouchers e despesas?
  • A plataforma integra com o ERP e com o cartão corporativo da empresa?
  • É possível consultar e solicitar viagens por assistentes de inteligência artificial?

5. Exija atendimento humano 24 horas

Voos atrasam, conexões caem e hotéis falham de madrugada. Confirme se a agência tem plantão próprio 24x7, inclusive feriados, qual é o tempo de primeira resposta e se o consultor enxerga o histórico do viajante.

Na Uniglobe Pro, o atendimento emergencial é feito pela própria equipe, com reemissão, nova conexão, hotel de última hora e mobilidade resolvidos em minutos.

6. Entenda o modelo de cobrança

Taxa por transação cresce junto com o volume e cria um incentivo errado: quanto mais a empresa viaja, mais paga. O modelo de preço fixo por usuário ativo torna o custo previsível e separa a remuneração da agência do valor das passagens.

Na Uniglobe Pro, conta como ativo quem reserva, viaja, aprova ou lança despesa no mês; o plano é gratuito até 25 usuários ativos. Veja os detalhes em Planos.

7. Cheque cobertura, reputação e solidez

  • Cobertura de conteúdo: companhias aéreas, hotéis em cidades pequenas, locadoras e mobilidade.
  • Atuação internacional: a agência tem rede de apoio em outros países?
  • Referências de clientes do seu porte e setor.
  • Presença na imprensa especializada e tempo de mercado.
  • Conformidade com a LGPD no tratamento dos dados dos viajantes.

8. Faça um piloto e defina indicadores

Antes de assinar um contrato longo, peça um período de teste com indicadores claros: economia frente à tarifa de referência, tempo de emissão, aderência à política, tempo de resposta do atendimento e satisfação dos viajantes.

Prefira contratos sem fidelidade longa e com implantação rápida — na Uniglobe Pro, a implantação leva até 48 horas.

Checklist rápido para levar às reuniões

  • Qual o custo total de 5 viagens reais da minha empresa?
  • Vocês comparam seus preços com outras agências?
  • Como a política e as aprovações funcionam na plataforma?
  • Quem atende às 3h da manhã de um domingo e em quanto tempo?
  • Como funciona a cobrança e existe taxa por transação?
  • Quanto tempo leva a implantação e há fidelidade?

Perguntas frequentes

Qual o principal critério para escolher uma agência de viagens corporativas?

O custo total da viagem, e não apenas a taxa de serviço. A tarifa varia muito mais que o fee, por isso a capacidade da agência de comparar preços com o mercado pesa mais no resultado do que a taxa cobrada.

Vale mais a pena uma agência tradicional ou uma travel tech?

O ideal é combinar os dois: a tecnologia de uma travel tech para autoatendimento, política e relatórios, e o atendimento humano 24 horas de uma agência para resolver imprevistos.

Empresa pequena precisa de agência de viagens corporativas?

Sim, sobretudo para ter controle de gastos, política e atendimento em emergências. Na Uniglobe Pro, o plano é gratuito para até 25 usuários ativos.

Quanto tempo leva para trocar de agência?

Depende do fornecedor. Na Uniglobe Pro, a implantação leva até 48 horas, com cadastro de viajantes, política de viagens e fluxo de aprovação.

O que perguntar sobre o atendimento emergencial?

Se o plantão é 24x7 inclusive em feriados, se é feito pela própria equipe, qual o tempo de primeira resposta e se o consultor tem acesso ao histórico do viajante.

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