Uniglobe Pro

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A taxa de serviço da agência — o fee — é o valor mais visível na negociação e, por isso, o critério mais usado na hora de contratar. Um estudo da Loupit, realizado entre 1º de agosto e 30 de setembro de 2026 com 153 empresas, mostra por que esse critério engana: em 39% das cotações analisadas, a agência com menor fee não apresentava o menor preço final da viagem.

O levantamento também encontrou diferenças de preços de até 32% entre as agências comparadas para a mesma viagem — ou seja, o valor da tarifa varia muito mais do que a taxa que remunera o atendimento.

Neste artigo, explicamos por que olhar só o fee distorce a decisão de compra, o que o estudo revela sobre cobertura de conteúdo e como comparar propostas pelo custo total — e não pela parcela.

O fee é o frete, a viagem é a geladeira

O fee remunera o serviço da agência e integra o custo da compra, mas representa uma parcela pequena do gasto total. Para Patrick Tytgadt, CEO da travel tech Loupit, escolher uma agência apenas pelo menor fee é como comprar uma geladeira olhando somente o preço do frete: uma loja pode cobrar R$ 10 pela entrega e R$ 1.100 pelo produto, enquanto outra cobra R$ 20 pela entrega e R$ 1.000 pela mesma geladeira. O frete é duas vezes maior na segunda — e ainda assim a compra sai R$ 90 mais barata.

Nas viagens corporativas, a lógica é a mesma: uma passagem de R$ 1.100 com fee de R$ 10 totaliza R$ 1.110, enquanto outra de R$ 1.000 com fee de R$ 20 custa R$ 1.020. O menor fee não garante o menor custo final.

"Quando a taxa representa uma pequena parcela da compra, concentrar toda a negociação nela é como observar a formiga enquanto o elefante passa despercebido. A formiga representa o fee; o elefante, o valor da passagem ou da hospedagem", afirma Tytgadt. Os valores usados nos exemplos são ilustrativos e não integram os resultados do estudo.

Fonte: Matéria completa no Blue Studio/Estadão

Mesmo inventário, preços diferentes

O estudo encontrou o mesmo inventário e os mesmos resultados de busca em 83% das pesquisas entre as agências — com diferenças apenas nos preços. Encontrar as mesmas opções de voos e hotéis, portanto, não significa receber propostas financeiramente equivalentes.

Para departamentos de compras e gestores de viagens, o dado muda o foco: as condições negociadas na contratação são importantes, mas o que define o gasto é o preço efetivamente oferecido em cada compra ao longo da operação. A comparação entre fornecedores não termina no contrato — ela acontece viagem a viagem.

Parte das opções apareceu em apenas uma agência

Em 17% das pesquisas, uma ou mais opções de passagens aéreas ou hotéis foram encontradas em apenas uma das agências comparadas. Entre essas opções exclusivas, 68% correspondiam a hotéis em cidades com menos de 100 mil habitantes.

O resultado chama atenção para os desafios de distribuição da hotelaria fora dos grandes centros — o levantamento, isoladamente, não determina a causa das diferenças de disponibilidade. Para empresas com viagens a unidades industriais, obras, operações agrícolas e cidades menores, a cobertura de conteúdo pode ser tão relevante quanto o preço: uma busca sem resultados em determinada agência não significa que a hospedagem não exista no destino.

O que avaliar na contratação de viagens corporativas

Uma comparação de fornecedores deve observar o conjunto da proposta, e não uma única linha do orçamento:

  • Custo total: tarifa da viagem, fee e cobranças adicionais aplicáveis;
  • Condições equivalentes: bagagem, regras de alteração e cancelamento, categoria de quarto, serviços incluídos e forma de pagamento;
  • Cobertura de conteúdo: disponibilidade de voos e hotéis, inclusive fora dos grandes centros;
  • Atendimento: cobertura, canais e suporte em situações emergenciais;
  • Pagamento: prazo, modalidade e condições de faturamento;
  • Gestão: política de viagens, aprovações e visibilidade dos gastos.

Como o marketplace de viagens corporativas amplia a comparação

A resposta estrutural para esse problema é transformar a comparação em rotina: no marketplace de viagens corporativas, a empresa escolhe até três agências para atender sua operação e compara as ofertas dentro da mesma plataforma, com política de viagens, aprovações e dados de gestão centralizados.

O poder de comparação atua em dois níveis. Primeiro, a empresa compara preços, disponibilidade e condições entre as agências habilitadas. Segundo, cada agência usa a mesma inteligência de busca para comparar sistematicamente ofertas em mais de 150 sites e fornecedores globais — com três agências, o alcance combinado pode representar mais de 450 consultas a fontes de ofertas com um clique, em segundos.

Mais inventário e menos processos manuais ampliam a competição e favorecem melhores preços. A comparação também aumenta a chance de encontrar opções adequadas à política de viagens, inclusive em destinos com oferta mais restrita — exatamente o cenário apontado pelo estudo.

O que fazer na prática

O primeiro passo é tratar o fee como uma linha do custo total, e não como o critério que decide a compra. O segundo é garantir que a comparação aconteça de fato em cada solicitação: na Uniglobe Pro, a comparação instantânea entre agências acontece dentro da própria plataforma, com o atendimento humanizado 24x7 da própria equipe.

O modelo de cobrança da Uniglobe Pro também tira o fee do centro da decisão: o plano é gratuito para até 25 usuários ativos e, acima disso, cobra preço fixo por usuário ativo — conta como ativo quem reserva, viaja, aprova ou lança despesa no mês. Sem taxa por transação, o foco permanece no preço da viagem, que é o elefante da compra.

Conclusão

O fee importa, mas decide pouco. O estudo da Loupit mostra que a agência mais barata na taxa frequentemente não é a mais barata na viagem — e que parte das opções existe em apenas uma fonte. A decisão madura compara o custo total, as condições e a cobertura de conteúdo em cada compra, não só na contratação.

A Uniglobe Pro reúne as peças desse modelo: integração ao marketplace de viagens corporativas com comparação instantânea entre agências, inteligência artificial aplicada à gestão, preço fixo por usuário ativo sem taxa de transação e plano gratuito para até 25 usuários ativos.

Perguntas frequentes

O que é o fee na viagem corporativa?

É a taxa de serviço cobrada pela agência para remunerar o atendimento, a tecnologia e a operação da conta. Ela integra o custo da compra, mas representa uma parcela pequena do gasto total — o valor da passagem aérea ou da hospedagem pesa muito mais.

Por que o menor fee não garante o menor preço final?

Porque o preço da tarifa varia muito mais que a taxa. Em um exemplo ilustrativo, uma passagem de R$ 1.100 com fee de R$ 10 custa R$ 1.110 no total, enquanto uma de R$ 1.000 com fee de R$ 20 custa R$ 1.020. Estudo da Loupit com 153 empresas identificou essa situação em 39% das cotações analisadas: a agência com menor fee não tinha o menor preço final.

O estudo vale para qualquer empresa?

Os resultados se referem à amostra analisada — 153 empresas, entre 1º de agosto e 30 de setembro de 2026 — e não devem ser interpretados como estimativa de todo o mercado brasileiro. Ainda assim, o mecanismo identificado (preços que variam entre agências para a mesma viagem) vale para qualquer compra em que a comparação não acontece.

Como comparar agências além do fee?

Avaliando o custo total (tarifa, fee e cobranças adicionais), as condições equivalentes de cada oferta (bagagem, alteração, cancelamento, categoria de quarto), a cobertura de conteúdo no destino, o atendimento emergencial, as condições de pagamento e os recursos de gestão, como política de viagens e aprovações.

Como a Uniglobe Pro resolve essa comparação?

A Uniglobe Pro opera integrada ao marketplace em que até três agências disputam cada compra na mesma tela, com comparação instantânea de preços e condições. A cobrança é de preço fixo por usuário ativo, sem taxa por transação, com plano gratuito para até 25 usuários ativos e implantação em até 48 horas.

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